
Nada com nada.
Palavras que se sucedem sem razão e sem sentido.
Caminhos tortuosos da minha mente conturbada, tendo a solidão como eterna colega de viagens.
(Vamos concordar que, sabemos que ela não é realmente uma boa companheira.)
Miscelânea de garatujas infantis e infundadas, muitas vezes tentando até enganar vocês, assumindo um formato parecido com o de um texto de respeito.
O que se pode esperar desses rascunhos desgraçados, além de palavras sem graça nenhuma.
Fugir da monotonia pra quê?
Dela me advém a fome de escrever, mesmo sabendo que nem todos lêem, e, entre aqueles que lêem, nem todos sabem ler.
Mas... E daí?
Palavras vazias, estórias sem sentido, poemas sem rima e contos que, afinal de contas, não tem nada pra contar.
Isso é o máximo que vocês encontrarão nesse caderno triste.
Sejam bem vindos.
(DEUS)

Um comentário:
Na solidão o pequeno orgão estético pulsa..e pula para dentro do papel..
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